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15/10/2019

HIPER BOM PREÇO (VITÓRIA DA CONQUISTA-BA) CAPTURANDO CÃES DE RUA E ENVIANDO PARA SUPOSTA ONG EM SALVADOR. ALTAMENTE SUSPEITO. VAMOS INVESTIGAR!

16:41
Hoje é 15/10/2019, às 15:37h. Me chamo Plácido Mendes e sou cantor. Agora há pouco eu estava com minha namorada carregando uma caixa grande e pesada e, para cortar caminho, passamos por dentro do estacionamento do HIPER BOM PREÇO VITÓRIA DA CONQUISTA, situado à Av. Rosa Cruz, em frente ao Centro de Cultura. Devido ao peso, paramos um pouco pra descansar, logo abaixo da ladeirinha para as pessoas entrarem na loja, em frente ao estacionamento da parte baixa do terreno (em frente ao posto).

Foi quando percebemos que haviam dois cachorros amarelos, de porte médio-grande deitados na areia do canteiro do estacionamento, e dois sujeitos uniformizados ao lado, com uma pick-up parada com a tampa aberta e uma grande caixa de transporte de animais. O que chamou a atenção primeiramente foi o fato de que, ao perceberem que paramos e viramos na direção deles (apenas para descansar, como disse. Ainda não tinha nem percebido nada demais, já que sempre vejo cães dormindo naquele canteiro), eles deixaram transparecer que nossa presença incomodava. Eles passaram a fingir que nada acontecia, como se esperassem que saíssemos. Foi quando um dos cães levantou e, cambaleando, caiu novamente ao chão. Estava DOPADO. O outro estava nas mesmas condições.

Nessa hora, me lembrei que vi, de relance, alguém no Instagram, alguns dias atrás, falando sobre alguma empresa que estava capturando cães e levando para Salvador, e que era muito suspeito. Pois bem: decidi ir até os dois sujeitos e perguntei: “para onde vão levar os cachorros?”. Um dos dois, já visivelmente irritado, disse que não iria fazer mal, que era pra uma ONG, e que a empresa não sujaria seu nome fazendo algo errado. Chamou mais atenção ainda, pois eu não perguntei em tom irônico ou algo do tipo. Apenas fiz uma pergunta tranquilamente e sem pedir muitos detalhes. Mas o jeito dele falar me pareceu MUITO suspeito.

Ele disse que o Hiper Bom Preço havia contratado a empresa para levar os cães a uma ONG em Salvador, pois eles estavam atacando os clientes. Perguntei qual era o nome da ONG. Ele me disse não estar autorizado a dizer. Perguntei o que ela faria com os animais. Ele, ainda mais irritado, disse que é uma ONG credenciada, legalizada e que a empresa não sujaria o próprio nome, disse novamente. Observei as marcas em seu uniforme: ORKIN e BRASPRAG. Pesquisando, descobri ser uma empresa de combate a pragas que, na Bahia, atua apenas na capital (https://www.orkindobrasil.com.br/). Infelizmente, eu havia esquecido meu celular em casa, e não pude fotografar ou gravar nada.

Na volta, decidi procurar o gerente do Hiper e perguntar sobre o assunto, pra ver se as respostas batiam. Fui recebido pelo Lucas, possivelmente um dos gerentes ou coordenadores. Ele me disse que a funcionária que sabia o nome da ONG não estava no momento, mas disse que os cães estavam atacando os clientes, e que eles procuraram o poder público e TODOS OS ABRIGOS DE ANIMAIS da cidade, e ninguém deu alguma resposta favorável, então contrataram uma empresa de controle de pragas, que levariam os animais a uma ONG em Salvador. Suas palavras foram mais ou menos assim: “a prefeitura disse não poder fazer nada, e que nós não poderíamos fazer nada aos cachorros, então contratamos uma empresa para isso”. Mais uma vez, quando perguntei o que essa tal ONG faria com os animais, a resposta foi parecida: “essa ONG é credenciada, legalizada”, sem responder o que perguntei. Saí de lá ainda sem saber o nome dessa ONG.

Devo enfatizar aqui que NÃO POSSO, COM AS INFORMAÇÕES QUE TENHO, AFIRMAR NADA. ISTO APENAS ME PARECE MUITO SUSPEITO, já que é de conhecimento de todos que qualquer ONG ou grupo de resgate de animais está SEMPRE lotado e carente de recursos, e que dificilmente alguma ONG no Brasil receberia animais indiscriminadamente dessa forma, dada a dificuldade natural que todas enfrentam. Essas pessoas estão capturando animais que podem ser de rua ou não (se você mora nas imediações, tome cuidado com seu cachorro) e levando silenciosamente a um lugar que não me foi revelado na primeira tentativa, o que, junto à atitude dos supostos funcionários da Orkim/Brasprag deixa AQUELA pulga atrás da orelha.


Tendo o histórico de atitudes de donos de mercado com relação aos animais que rodeiam (basta dar uma olhada nas notícias de alguns meses atrás, em outras partes do país) temos aqui no mínimo uma situação que deve ser esclarecida. Peço que repasse este texto e busque informações, vá ao Hiper Bom Preço e faça perguntas aos gerentes, até conseguirmos informações satisfatórias. Meu e-mail é placido@distintivoblue.com e gostaria de contar com mais gente para desvendar essa questão, já torcendo para que, ao menos exista essa tal ONG e que ela não esteja sacrificando ou maltratando os animais. Este texto será enviado por mim a diversas pessoas, incluindo a Imprensa. É direito do cliente e cidadão saber o que o Hiper Bom Preço está fazendo com os animais.

30/07/2019

Direito e ética: parâmetros fundamentais

13:10

Ética é um termo amplamente utilizado no dia-a-dia, sem despertar grande curiosidade: parece óbvio o consenso de que está ligada ao agir corretamente, demonstrando, aí, aqueles dotados ou não do chamado bom caráter. Tal conceito, cunhado pelo senso comum e passado adiante há gerações, embora superficialmente, não dista do conteúdo originário.

Aristóteles desenvolveu consistente estudo acerca da ética, enquanto forma essencial de se alcançar a eudamonia, o seu conceito ideal de vida, equilibrada e moderada. A partir de então, diversos foram os pensadores que se ocuparam do desenvolvimento do conceito de ética, contribuindo para a formação social atual, demonstrando ser o senso comum muito mais profundo do que aparenta.

A ética, basicamente, pode ser abordada sob três aspectos: 1) a ciência da moral, sendo esta o conjunto de costumes que servem de referência a determinados grupos sociais (religiosos, étnicos, regionais, etc.), explicitando o que será ou não aceitável, criando, assim, características essenciais que distinguirão este daquele grupo, inclusive no aspecto jurídico, como veremos adiante; 2) A ética como ramo da filosofia que aborda a moral sob o viés da razão, e 3) como a ciência da conduta, ou seja: o estudo do comportamento social de acordo com as regras morais de cada grupo.

Cabe, então, atentar para que não se confunda a ética com a moral, já que não é possível isolar uma da outra: enquanto a ética possui um caráter universalista (a lei que se aplique a todos, segundo Kant), com princípios básicos, objetivando uma vida satisfatória generalizada, a moral é voltada a grupos, ou melhor: é criada por grupos, podendo, assim, possuir valor oposto de um lugar para o outro. A moral mostra-se, portanto, com importante fator para a diferenciação cultural em vários níveis.

Entrando, agora, ao campo do Direito, que também pode ser definido por mais de um aspecto, verifica-se íntima ligação entre ética, moral e Direito, reconhecendo-os como pilares da civilização ocidental, inspirando cada vez mais estudos, entrelaçando-os constantemente.
No universo das interações sociais, o Direito é uma ordenação de relações interpessoais e, em razão disso, mister se faz compromisso de suas normas com princípios éticos. Funciona, pois o Direito como regulação de conflitos de interesses e de vontades, permitindo com isso a convivência entre pessoas e mesmo a sobrevivência do grupo. (MELO, 2005, p. 3)
O próprio vocábulo direito, oriundo do baixo latim, remete àquilo que é reto, probo, ou seja: como um instrumento para conduzir a sociedade ao justo (a virtude perfeita de Aristóteles), confundindo-se, portanto ao conceito de ética. O Direito, além de a própria ciência que estuda o Direito, refere-se ao conjunto de normas de conduta que devem ser seguidas por todos aqueles que se encontram sob a jurisdição de determinado ente moderador, ou seja: o Estado.

Temos aqui, portanto, o ponto crucial de diferenciação entre ética e direito: embora ambos voltem-se ao dever-ser, estabelecendo normas universais para o bem de todos, o direito traz em si o caráter imperativo, onde o Estado obriga a todos que o obedeçam, sob pena de sanção, proporcional à desobediência, partindo de multas e advertências até a privação da liberdade, ou mesmo da vida.

É de conhecimento comum que a norma jurídica tem origem em regras morais, uma vez que o Direito deve-se mostrar tão vivo quanto a sociedade que rege. Da mesma forma, o Direito também surge de preceitos éticos:
(...) a própria existência de uma norma é, desde logo, o resultado de uma decisão ética. Num determinado momento, o legislador achou preferível criar uma norma em vez de deixar um espaço vazio, ou decidiu modificar uma norma anterior, alterando o regime existente ou estabelecendo uma exceção. (ARY, 2014, p. 542)
A ética, enquanto regra universal, também torna-se matéria-prima do Direito, quando este assume princípios, além do meramente positivado. Este foi um dilema enfrentado pelos juristas do período positivista, uma vez que este, desprendendo-se da fundamentação religiosa,
passou de um sistema dinâmico e aberto, para um sistema tendencialmente estático e fechado, justificado pelo duplo mito da racionalidade e segurança jurídica. Este movimento culminou com a “Teoria Pura do Direito” (Reine Rechtslehre) de Hans Kelsen, que marcou profundamente o Direito continental europeu. A ordem jurídica é concebida como um sistema perfeito, pois encontra em si mesmo os seus mecanismos de correcção, e independente porque imune às influências externas contaminadoras de sua racionalidade própria. (ARY, 2014, p. 540-41)
Após a II Grande Guerra, superada a supremacia do juspositivismo, sobretudo com o impressionante exemplo do totalitarismo, passou-se a abordar o Direito não apenas sob o aspecto positivo, mas também sob o aspecto material, readmitindo os princípios éticos como também protagonistas na busca pelo justo, assumindo-os como princípios do Direito.

Por fim, o Direito atrelou-se à ética também no aspecto formal, através de normas escritas com aspectos de princípios, tendo a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), que refletiu em diversas normas em todo o mundo, como na Constituição brasileira de 1988. Além disso, há exemplos mais específicos, como o do decreto Nº 1.171/1994, que positiva o Código de Ética dos Servidores Públicos do Poder Executivo Federal, sendo, por sua vez, replicado em estados e municípios. Assim, tornou-se comum haver, ainda que não sob a forma de lei especificamente, códigos de ética para profissionais de determinadas áreas ou empresas, mantendo, entre si, pontos cruciais em comum.

REFERÊNCIAS
ARY, ANTÓNIO. Ética e Direito: Que Diálogo? Revista Portuguesa De Filosofia, vol. 70, no. 2/3, 2014, p. 539–552. JSTOR. Disponível em: < www.jstor.org/stable/43151557>. Acesso em: 15 jun. 2019.

GARCIA, Maria. Direito e Ética no Mundo Contemporâneo. Direito ao Silêncio e o Caso Enron. Revista do Instituto dos Advogados de São Paulo. São Paulo, vol. 9/2002, p. 135-151, jan – jun 2002, DTR/2002/552.

______ 3. Ética, Moral e Direito. Escola de Governo. YouTube. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=NVdgp7XZl2w>. Acesso em: 18 jun. 2019.

MELO, Osvaldo Ferreira de. Ética e Direito. Revista Jus Navigandi, ISSN 1518-4862, Teresina, ano 10, n. 812, 23 set. 2005. Disponível em: <https://jus.com.br/artigos/7324>. Acesso em: 16 jun. 2019.




18/07/2019

O melhor Dia do Rock de todos!

14:55

Desde o Live Aid de 1985 celebra-se, por todo o planeta, o dia mundial do rock, provavelmente o gênero musical que melhor soube manter sua essência ao mesmo tempo em que se adaptou aos incontáveis contextos locais por todo o planeta. O rock enquanto símbolo de rebeldia e negação às gerações anteriores já não é tão jovem, mas certamente mantém jovem a mente de inúmeros senhores e senhoras, enquanto funciona como elo quando surge nas guitarras e fones de garotos sonhadores em seus quartos. 

Vale lembrar que o rock foi a trilha sonora de importantes transformações desde a segunda metade do século XX, como a rejeição ao racismo, a luta por direitos, a liberdade de expressão, a crítica social, a igualdade que hoje vemos expressa em nossa Constituição, por exemplo. Os roqueiros foram os pioneiros em levantar a voz e romper com velhos paradigmas num mundo abalado pelo pós-II Guerra Mundial, onde a realidade deixou a ficção  a comer poeira, no quesito surrealidade.

Após tantas datas musicais comemorativas como o São João, o Dia Mundial do Rock acaba por ser a redenção daqueles que curtem um som mais pesado. Assim, há shows temáticos em qualquer cidade, incluindo não só o dia 13, mas toda a semana. Em Vitória da Conquista, foram diversas as opções, mas foi no ainda novo Fenix Rock Bar, único do gênero na cidade, que tudo pegou fogo, no melhor estilo rock n' roll: sem frescura e em alto volume. 

Considero o Fenix como herdeiro legítimo do legado do falecido Paraki, local onde os roqueiros se reuniram por anos até o fim da década passada e que foi sinônimo do rock conquistense, assim como o programa O Som da Tribo e as próprias bandas locais. Lá nos sentimos em casa, encontramos amigos novos e das antigas, ao som da boa música que nos interessa, o que é cada vez mais raro em tempos como hoje. O grande diferencial do Fenix em relação ao Paraki é a possibilidade de shows ao vivo, o que também remete à Casa do Rock, importantíssimo local que mereceria um texto à parte e que já não está entre nós há algum tempo.

The Dug Trio

O som ficou sob o comando do Dug Trio, grupo acústico, com três vozes, formado por I. Malförea (Distintivo Blue), Bruno Greaser e Lavus Bittencourt (The Outsiders). Com violão, guitarra, cajón, e gaita, os três vocalistas, fizeram um mix de rock n' roll, blues, country, folk, dando uma pequena amostra do que estaria por vir. O show começou às 21:30h ao som de Johnny Cash, variando o vocalista principal a cada música, mas com os demais acompanhando com grande harmonia.

Uma hora e meia depois, Bruno e Lavus saem do palco, dando lugar a Camilo Oliveira (guitarra e voz) e Nephtali Bitencourt. O novo trio é formado por membros da Distintivo Blue e se chama The JackHammers. Esta foi sua primeira aparição pública, preparando o público para a primeira noite do Moto Rock 2019, que acontecerá de 19 a 22 de setembro no Centro Cultural Glauber Rocha. O grupo tocou cinco músicas, incluindo NJJJ, autoral, já executada em shows pela Distintivo Blue desde 2014 e que está entre as próximas da fila a ganhar uma versão de estúdio.

The JackHammers

Em seguida, são chamados ao palco Lavus Bittencourt e Rômulo Fonseca, ex-guitarristas da Distintivo Blue, para uma reunion comemorativa pelos 10 anos da banda. No palco, três guitarristas, um baterista e um vocalista/gaitista tocando apenas canções autorais: Blues do Covarde (primeira faixa do primeiro EP, de 2011), Charity and Mercy (do disco Todos os Dias, Vol. 1, de 2015), O Álcool Me Persegue (da banda punk Cama de Jornal, gravada em 2012, no EP Riffs, Shuffles, Rock n' Roll, com a participação de Nem e Rose, autores da música), Na Trilha do Blues (lançada no mesmo disco) e De Cara no Blues, faixa autoral da antiga banda The New Old Jam, que deu origem à DB, lançado no mesmo EP de 2011.

Na plateia, muitos músicos, incluindo Nem (Cama de Jornal), que se juntou ao grupo e conduziu todo o bar em O Álcool Me Persegue. A DB não se apresentava em público desde o final de 2016, quando se desmembrou e permanece em pausa até o momento, mas ainda lançando material e planejando gravar novas músicas ainda neste semestre. No palco, os três membros fundadores da banda: I. Malförea, Rômulo Fonseca e Camilo Oliveira, que há 10 anos faziam os primeiros ensaios, ainda buscando um formato para a banda, que possuía o nome provisório de Bluenote Band. O Fenix foi abaixo ao som do blues autoral do sudoeste da Bahia.

Todos reunidos para tocar e cantar Black Sabbath

A esta altura, já madrugada adentro, os Joes deram lugar ao trio instrumental The Surf Riders, formado por Lavus Bittencourt (guitarra), Gleidson Ribeiro (baixo) e Ed Goma (bateria), todos membros da banda country The Outsiders. O grupo trouxe o rockabilly da melhor qualidade ao espaço, que mal teve tempo de recuperar o fôlego. Isso é o rock n' roll: música bem feita, bem executada, sem subestimar a inteligência de quem escuta. E tudo isso como uma grande diversão.

Bruno Greaser volta ao palco, completando os Outsiders. Agora é a vez do country, um dos ingredientes essenciais do rock. A banda, única do gênero na cidade, foi formada em 2016 e arranca aplausos onde passa. Em seu repertório, tanto clássicos como Willie Nelson e Johnny Cash como bandas independentes, como Johnny Trouble (Alemanha) e The Railbenders (Colorado, EUA). Desta foi, aliás, a última faixa da apresentação, Whiskey Rain, que contou também com I. Malförea nos backing vocals.

Para finalizar o roteiro, The Dug Trio retornou ao palco, relembrando Zé Ramalho, Deep Purple, Led Zeppelin, a Jovem Guarda (primeira manifestação do rock no Brasil), Raul Seixas, Belchior e diversos nomes que construíram a história do rock por aqui. o Bar ainda estava lotado e todos felizes por celebrar juntos a música que amam e vivem.

JayVee foi um dos que continuaram a noite no palco

Este teria sido o final da noite, mas todos queriam mais: de improviso, I. Malförea (voz), Gleidson Ribeiro (baixo), Lavus Bittencourt (guitarra), Nephtali Bitencourt (bateria) e o público (coral) tocaram, ainda, N.I.B. e War Pigs, do Black Sabbath. Em seguida, o cantor JayVee evocou Elvis com seu violão, acompanhado de Nephtali (bateria) e Malförea (baixo e backing vocal). Depois foi a vez de Renno Siqueira trazer o som do grunge, e vários outros músicos continuaram revezando o palco até o fim da noite, que ficará na memória de todos por bastante tempo. Esse é o poder do rock n' roll: o de reunir pessoas em seu nome e torná-las um pouco (ou muito) mais felizes do que estavam. E o melhor: essa música é imortal! Long live rock n' roll!!!

Veja mais fotos e vídeos em @DistintivoBlue.

10/05/2019

Clipe da Distintivo Blue será exibido na 12ª Mostra Curta Audiovisual, em Campinas

16:01

O clipe de "Ame a Solidão", da Distintivo Blue, continua circulando: desta vez, será exibido na Mostra Curta Audiovisual, em Campinas-SP. O evento acontecerá de 30 de maio a 15 de junho de 2019, em locais variados da cidade. Em sua 12ª edição, o evento objetiva fomentar a produção e circulação audiovisual nacional, com enfoque na região de Campinas, reunindo produtores, exibidores e público, viabilizando contatos e experiências. 

Neste ano, a Mostra terá quatro categorias: Panorama Nacional, com produções de todo o Brasil, com duração de até 25 minutos; Curta Campinas, voltada às produções locais, Especial Videodança, com produções híbridas, com interação audiovisual-dança, com duração de até 15 minutos; e Especial Videoclipe, que é a categoria onde Ame a Solidão se identifica, voltada para videoclipes musicais.

O clipe, gravado na comunidade Assentamento Santa Marta, em Vitória da Conquista-BA, foi lançado em fevereiro de 2017, numa parceria entre o cineasta Diego Eleutério Batista e a Distintivo Blue, com direção de fotografia de Filipe Sobral. Saiba mais, clicando aqui.




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